De um vizinho ajudando outro a uma associação que qualquer empresa pode auditar.
Uma associação comunitária que nasceu há sete anos de uma pessoa levando comida a vizinhos e cresceu, de forma orgânica, até alcançar cerca de 25 mil famílias por mês.
O trabalho foi iniciado por Antônio Lima Aguilar, hoje presidente da associação, e se sustenta em doações de alimentos do CEASA e de empresas, numa rede de lideranças locais e pontos de distribuição nos quatro municípios. Em janeiro de 2026 a associação obteve CNPJ, estatuto e ata registrados; em 30 de agosto inaugurou a sede em Itapecerica da Serra.
Contamos com apoio da PRF (Direitos Humanos), do Sebrae e de prefeituras da região. Agora o desafio é transformar uma operação que sempre funcionou na confiança em uma organização que qualquer empresa possa auditar.
Antônio Lima Aguilar passa a levar alimentos a famílias do bairro. [confirmar ano e bairro de origem]
Doações do CEASA e de empresas permitem ampliar para Juquitiba, Embu-Guaçu e São Lourenço da Serra, com lideranças locais e pontos de distribuição. [marcos a confirmar]
Apoio da PRF (Direitos Humanos), do Sebrae e de prefeituras da região.
CNPJ, estatuto e ata registrados. Começa a estruturação administrativa.
Inauguração com 1.250 famílias cadastradas no dia e 200 voluntários.
Digitalização dos cadastros, indicadores de impacto e caminho para o incentivo fiscal.
Não entregamos cestas. Reduzimos insegurança alimentar. A cesta é o primeiro elo de uma cadeia que termina na autonomia da família.
A família deixa de gastar o pouco que tem escolhendo entre comida, gás e remédio.
Com o básico resolvido, o responsável consegue procurar trabalho e cuidar da saúde.
Criança alimentada frequenta a aula, e a família deixa de precisar do trabalho infantil.
Com renda, a família sai do cadastro e abre vaga para outra. Esse é o resultado que medimos.
Três indicadores que vamos medir em toda família cadastrada. É contra esses números que o impacto será cobrado.
Medimos insegurança alimentar em toda família cadastrada com três perguntas adaptadas da EBIA, a escala do IBGE, e aplicamos a EBIA completa em uma amostra sorteada a cada 3 meses para comparar com os dados nacionais.
Transparência: os cadastros hoje estão em papel e sendo digitalizados. A base consolidada é uma das frentes em andamento. Quando o primeiro corte estiver pronto, estes três cartões passam a mostrar percentuais reais com data.
Nosso trabalho contribui diretamente para dois Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Cada indicador que medimos está ligado a uma meta oficial, para que a empresa apoiadora possa reportar a doação no seu relatório ESG.
Referência: Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, ONU (2015).